Especificações técnicas da geração Hyundai Elantra VII (CN7) (2020–atual) — motores, câmbios e dimensões

A sétima geração do Hyundai Elantra, com código de carroceria CN7, é o sedã médio atual da marca, produzido desde 2020 com opções eficientes e modernas adaptadas ao mercado brasileiro.

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As especificações técnicas do Hyundai Elantra VII variam conforme a região. No Brasil, a linha destaca o motor 2.0 aspirado e a versão híbrida de alta eficiência, com a opção N Line turbo para quem busca mais esportividade. Design externo, interior, versões de acabamento e pontos fracos são analisados em outros materiais da série.

Motores e câmbios

A geração CN7 oferece diversas opções de conjunto motriz, mas no mercado brasileiro o destaque fica com o motor 2.0 aspirado e a versão híbrida. A N Line turbo está disponível para uma condução mais dinâmica. Não há oferta de motores a diesel nesta geração no Brasil.

Abaixo, tabela com os principais conjuntos motrizes disponíveis nos modelos 2020–2026 e mais comuns no mercado brasileiro.

Tipo de motor Cilindrada, L Potência, cv Código do motor Tipo de câmbio Tração Notas / Disponibilidade no Brasil
Gasolina aspirado 2.0 147–156 Smartstream G2.0 IVT (CVT) Dianteira Versão mais vendida na maioria das configurações
Gasolina turbo 1.6 201–204 1.6 T-GDi 7 marchas DCT Dianteira Versão N Line; disponível no mercado
Híbrido 1.6 139–141 (sistema combinado) 1.6 GDi HEV 6 marchas DCT (híbrido) Dianteira Muito procurada pela eficiência; amplamente disponível

A configuração mais vendida no Brasil é o 2.0 com câmbio IVT. O híbrido se destaca pelo baixo consumo urbano, enquanto a N Line atrai quem gosta de desempenho esportivo. A versão 1.6 aspirado é menos comum nos modelos mais recentes.

Dimensões e peso

As dimensões do Hyundai Elantra CN7 mudaram pouco após o facelift de 2023–2024. Há pequenas variações de acordo com versão, rodas e equipamentos (exemplo: teto solar ou rodas 17–18 polegadas adicionam algum peso).

Parâmetro Valor Notas
Comprimento, mm 4675–4725 até 4725 mm após o facelift
Largura, mm 1825 sem retrovisores
Altura, mm 1415–1430 depende de rodas e suspensão
Entre-eixos, mm 2720 igual em todas as versões
Peso em ordem de marcha, kg 1280–1400 base 2.0 IVT ≈ 1330–1380 kg
Peso bruto total, kg 1750–1850 varia conforme versão
Capacidade do porta-malas, L 474 padrão para sedã médio
Capacidade do tanque de combustível, L 47 padrão

Os valores médios correspondem à maioria dos exemplares no mercado brasileiro (principalmente 2.0 IVT e híbrido).

Atualizações por ano e facelift

A geração CN7 segue atual. O facelift de 2023–2024 trouxe mudanças estéticas sem alterar a estrutura principal. Após o facelift:

  • Para-choques, faróis e lanternas redesenhados;
  • Novos desenhos de rodas e opções de acabamento interno;
  • Ampliação dos sistemas de assistência ao motorista;
  • A versão híbrida ganhou muita popularidade no mercado.

Em 2026, as configurações predominantes no Brasil são o 2.0 IVT e o híbrido, com a N Line 1.6T reservada à variante esportiva.

Características de uso e pontos técnicos

No Brasil, o motor 2.0 MPI é visto como confiável e de manutenção acessível, com vida útil que ultrapassa facilmente 200.000–250.000 km com revisões em dia. O híbrido brilha no trânsito urbano com excelente economia. A N Line turbo exige gasolina premium e troca de óleo mais frequente em uso severo — idealmente a cada 8.000–10.000 km em cidade.

Segundo dados oficiais e uso real no Brasil, o consumo médio combinado aproximado é:

  • 2.0 IVT — 11–14 km/l;
  • Híbrido — 18–24 km/l (ainda melhor na cidade);
  • N Line — 9–12 km/l em uso misto.

O câmbio IVT é durável com troca periódica do fluido. Os DCT de 6 e 7 marchas (híbrido e turbo) pedem manutenção cuidadosa. Peças de reposição são fáceis de encontrar, com preços razoáveis em filtros, pastilhas e amortecedores; componentes maiores (câmbio, turbo) são mais caros. Alta reparabilidade e a maioria das oficinas conhece bem o modelo.

Conclusão e a melhor escolha para o Brasil

A combinação mais equilibrada para a maioria dos brasileiros é o 2.0 com IVT: desempenho adequado, consumo bom, custo de manutenção baixo e ótima revenda. Domina tanto as vendas zero km quanto o mercado de seminovos 2021–2025.

O híbrido é ideal para quem roda muito em cidade e quer economizar combustível. A N Line agrada entusiastas que buscam condução mais empolgante, mas exige gasto extra com combustível e manutenção.

Na hora da compra, priorize histórico de revisões comprovado — especialmente em unidades importadas — e prefira carros com quilometragem transparente e sem batidas graves.